The Awakening of an Ancient and Wicked Soul - Trilogy

by Vulcano

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1.

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released December 20, 2016

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about

Vulcano Santos, Brazil

Line-Up:

Zhema Rodero — guitar (since 1981)

Luiz Carlos — vocals (1997-1999, since 2010)

Diaz— bass (2007-2013,
since 2016)

Gerson Fajardo - guitar (since 2015)

Arthur Von Barbarian — drums (since 1987)
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Track Name: The Awakening of an Ancient and Wicked Soul
THE AWAKENING AN ANCIENT AND WICKED SOUL – A TRILOGY





LIBER XXXVI


THE BEGINNING
THE AWAKENING
FLAMMAM AETERNE



LIBER VI


THE BEAST
THE HERMIT
THE MAN OF THE EARTH



LIBER CXI


THE WICKED







THE RITUAL 0'00 - 2'57 (declamação do Zhema)

Hor
Stabat Mater
Daemon sabbati
Flammam aeterne
Aqua
ignis

Hor
Stabat Mater
Daemon sabbati
Flammam aeterne
Sulfur
Ignis

Hor
Stabat Mater
Daemon sabbati
Flammam aeterne
Ducere
Ignis

Hor
Stabat Mater
Daemon sabbati
Flammam aeterne
argentum
ignis

LIBER XXXVI

THE BEGINNING 2'57 - 4'54- Ok!

The evil spirit goes through Hell to fulfill their mission:

The flames burn
While I cross an infinite fire
Whisperings and sorrows of pain are heard
There are terrors worse than death

Blind, twisted eyes
Destroy forgotten wishes
Spread pain and sorrow
Tear the souls apart

Arouses malignancy sensations
Rust the core of being
While I cross an infinite fire
Flammam aeterne

(SOLO) 3'55 - 4'11

Curse of the soul
The celebrated death
I close my eyes… blood!!!


THE AWAKENING 4'54 - 6'33- Ok!

The damned spirit crosses the portal and invokes the Guardian:

Awake! Awake! Oh guardian, my Lord!
Awake from sleeping, accept you son
Command the wind, call up the spirits
The war begins, the chosen one will win

The guardian awakes and announces:

I know the mysteries of death
I rule the wind
I write the destiny
I know your death
I cast the spell…
I win the war, I’m immortal

The sound of drums is the sign

At war, at war!
Oh Evil spirit
Spread darkness
The pall of death…
The final time!!!



FLAMMAM AETERNE 6'33 - 7'12 - Ok!

Fulfilled their mission, the damn comes back to the flames, and proclaims:

I return to the flames to infinite destiny
Eternal grave, I cry the death
I twisted the sorrow, the shield of evil!!!
The eternal fire flames forever

A sea of sorrows, death after all!!!
I return to the flames to infinite destiny
Eternal grave, I cry the death
I twisted the sorrow, the shield of evil!!!

The eternal fire flames forever
A sea of sorrows, death after all!!!

salis, mercurii, sulphure


LIBER VI

PRELUDE 7'12 - 7'43 (declamação do BRUXXO)
I am all that you are and more
Who has no nature, has no name
I still remain when all is going
I am the secret, the hidden and the center
Distant, but not alone
I am the holder of the scepter of fire
Upon me, you can call
In me, the secret, the hidden and the center
Through me, the onyx tomb


THE BEAST 8'09 - 9'14

Rising to the first step, the Beast exclaims

The flames burning on eternity
The dead and dusty past
Glad bleed alone
Born from chaos, brother and sister

When evil grows
The empire will rise
There’s no mercy for the weak
Take vengeance upon the enemies

Taken in their totality
The abysmal depths of blackness
The agonies of conscious failure
In the blackest abyss of despair

The air is full
of cries and supplications
In splendid cruelty
Locked up all doors

THE HERMIT 9'14 - 12'45

The Hermit, rising to the second step, announces

When the day was distinct in the sky
And the dawn had broken
Days of vague melancholy
Days that were brief and shadowed

Orgy in the twilight
A face as pale as wax
Lust of conquest
Buried hopes rose from their sepulchers

(Solo) 10’38 – 11’ 45

Come into a hysterical delight
Dark with unutterable sorrows
Satan oozed from the forest
Warm and wet Virgo

Those men speak of Thee as anyone
But killing her is better than anything

THE MAN OF THE EARTH 12'45 - 15'15

The Man of the Earth, rising to the third step, screams

We’ll set altars on fire
We’ll rape the belts of false chastity
We’ll profane all the books
Glory to the conspirators! Death to the generals!

We’ll renounce all the servitude
We’ll renounce all the crosses
We’ll build our land
To the axes all those who use them

With our blades we´ll cut throats
With the wisdom of our ancestors
We’ll build strong walls
We’ll build our own rules
Do what thou wilt shall be the whole of the Law
True Will
To the ashes of fake gods you all
Because the alive gods will celebrate this day




HIDDEN LYRIC

O Peregrino 15'15 - 16'10

Diga peregrino
Que procurastes nos templos?
Quais rituais, seitas? ídolos pagãos?
Ou apenas perambula sem destino
Círculos esquecidos, segredos ocultos?

Diga peregrino,
Quanta magia e qual encantamento
É capaz de descerrar o véu
E revelar as cicatrizes das almas?
Quais estigmas escondem os espíritos?
È possível controlar a mão, a espada?
Transformar o chumbo em ouro?
Ou isto é apenas uma lenda
Encerrada no coração dos tolos?


LIBER CXI

THE WICKED 16'55 - 19'58 (declamação do BRUXXO)

The dogs bark while the retinue of the black metal knights rides across the gloomy plains of the earthly hell…

From a distance one can see the Dark Lord in command of the troops
The wind sweeps the old dusty plain
The fluttering black flag does not deny his supreme power
Gloomy and solitary, smiling at his destiny
Aridity of heart, reflective with distant eyes
This vision can freeze men's mind
Down there is the last inhabitant of fraternal chain
Master of the desolation in the temple
That still carries the sacred word
Galloping on, to the immensity of time
The final lies comes close, but there is no absolute truth
Heaven and hell, soon will be together
He’ll take his vengeance, all in the Prince's name and eternal lands
The knight will rage to take back his property
Come, come, come
Take part in this memorable vision

The sound ends in a strange silence





O DESPERTAR DE UM PERVERSO E VELHO ESPÍRITO – UMA TRILOGIA

LIBER XXXVI

O COMEÇO

O espírito do mal atravessa o inferno para cumprir sua missão:

As chamas queimam
Enquanto eu cruzo uma infinidade de fogo
Sussurros e tristezas da dor são ouvidos
Há terrores pior do que a morte

Cegos, olhos torcidos
Destrói desejos esquecidos
Espalha dor e tristeza
Rasga as almas além

Desperta sensações malignas
Oxida o núcleo do ser
Enquanto eu cruzo uma infinidade de fogo
flammam aeterne
Maldição da alma
A morte célebre
Eu fecho meus olhos... de sangue!

O DESPERTAR

O maldito espírito atravessa os umbrais e invoca o Guardião:

Desperta! Desperta! Ó guardião, meu senhor...
Desperta do sono, aceita teu filho...
Comanda o vento, chama os espíritos!
A guerra começa, o escolhido vencerá!

O guardião desperta e anuncia:

Eu conheço os mistérios da morte
Eu domino o vento, eu escrevo o destino.
Conheço tua morte
Eu giro a roda
Eu venço a guerra, eu sou imortal.
O som dos tambores é o sinal

À guerra, à guerra.
Ó espírito do mal
Espalhe a escuridão
A mortalha da morte
O juízo final...


CHAMAS ETERNAS

Cumprida sua missão, o maldito volta às chamas, e proclama:

Volto às chamas
Para o infinito destino
Eterna sepultura
Eu choro a morte
Torci a tristeza
O escudo do mal!

O fogo eterno
Chamas para sempre
Um mar de tristezas
Morte afinal!

Volto às chamas
Para o infinito destino
Eterna sepultura
Eu choro a morte
Torci a tristeza
O escudo do mal!

O fogo eterno
Chamas para sempre
Um mar de tristezas
Morte afinal!
Salis, Mercurii sulphure

LIBER VI

PRELÚDIO

Eu sou tudo o que você é e mais
Quem não tem natureza, não tem nome
Eu ainda permaneço quando tudo está indo
Eu sou o segredo, o oculto e o centro
Distante, mas não sozinho
Eu sou o titular do cetro do fogo
A mim, você pode invocar
Em mim, o segredo, o oculto e o centro
Através de mim, o túmulo de ônix

A BESTA

Subindo no primeiro degrau, a Besta exclama

As chamas queimando na eternidade
No passado morto e empoeirado
Fica feliz em sangrar sozinho
Nascido a partir do caos, irmão e irmã
Quando o mal cresce
O império vai subir
Não há misericórdia para os fracos
Tome vingança contra os inimigos
Tomadas em sua totalidade
Nas profundezas abissais da negritude
As agonias da falha consciente
No abismo negro de desespero
O ar está cheio de gritos e súplicas
Em esplêndida crueldade
Trancada todas as portas


O EREMITA

Subindo no segundo degrau, O Eremita anuncia

Quando o dia estava diferente no céu
E o amanhecer foi interrompido
Dias de melancolia vaga
Dias que foram breves e nublados
Orgias no crepúsculo
Um rosto tão pálido como cera
Luxúria da conquista
Esperanças enterradas se levantaram de seus túmulos
Caindo em um deleite histérico
Escuro com dores indizíveis
Satanás escorria por entre a floresta
Quente e úmida Virgem
Aqueles homens falem de Ti como qualquer uma
Mas matá-la é melhor do que todas as coisas




O HOMEM DA TERRA

O Homem da Terra, subindo para a terceiro degrau, grita

Vamos por altares em chamas
Vamos estuprar os cintos de falsa castidade
Nós vamos profanar todos os livros
Glória aos conspiradores! Morte aos generais!

Nós vamos renunciar a toda a servidão
Vamos renunciar a todas as cruzes
Nós construiremos a nossa terra
Para o machado aqueles que dele fazem uso

Com as nossas lâminas vamos cortar gargantas
Com a sabedoria de nossos ancestrais
Nós vamos construir muros fortes
Vamos construir nossas próprias regras
Faze o que tu queres há de ser o todo da Lei
Verdadeira Vontade
Para as cinzas dos falsos deuses todos
Visto que os deuses vivos vão comemorar este dia


LIBER CXI

O ÍMPIO

Os cães ladram enquanto a comitiva dos Cavaleiros do Black Metal passa através das planícies sombrias do inferno terrestre...

De longe se pode ver o Lorde das Trevas no comando das tropas
O vento varre a planície velha empoeirada
A bandeira negra vibra não nega o seu poder supremo
Sombrio e solitário, sorrindo para o seu destino
Aridez de coração, reflexivo com os olhos distantes
Esta visão pode congelar a mente dos homens
Lá em baixo é o último habitante de cadeia fraterna
Mestre da desolação no templo
Que ainda carrega a palavra sagrada
Galopando em diante, para a imensidão do tempo
As mentiras finais se aproximam, mas não existe uma verdade absoluta
O céu e o inferno, em breve estarão juntos
Ele vai tomar a sua vingança, tudo em nome do príncipe e terras eternas
O cavaleiro irá assolar para ter de volta sua propriedade
Venha, venha, venha
Faça parte dessa visão memorável

O som acaba em um estranho silêncio