The Awakening of an Ancient and Wicked Soul - Trilogy

by Vulcano

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1.
THE AWAKENING AN ANCIENT AND WICKED SOUL – A TRILOGY LIBER XXXVI THE BEGINNING THE AWAKENING FLAMMAM AETERNE LIBER VI THE BEAST THE HERMIT THE MAN OF THE EARTH LIBER CXI THE WICKED THE RITUAL 0'00 - 2'57 (declamação do Zhema) Hor Stabat Mater Daemon sabbati Flammam aeterne Aqua ignis Hor Stabat Mater Daemon sabbati Flammam aeterne Sulfur Ignis Hor Stabat Mater Daemon sabbati Flammam aeterne Ducere Ignis Hor Stabat Mater Daemon sabbati Flammam aeterne argentum ignis LIBER XXXVI THE BEGINNING 2'57 - 4'54- Ok! The evil spirit goes through Hell to fulfill their mission: The flames burn While I cross an infinite fire Whisperings and sorrows of pain are heard There are terrors worse than death Blind, twisted eyes Destroy forgotten wishes Spread pain and sorrow Tear the souls apart Arouses malignancy sensations Rust the core of being While I cross an infinite fire Flammam aeterne (SOLO) 3'55 - 4'11 Curse of the soul The celebrated death I close my eyes… blood!!! THE AWAKENING 4'54 - 6'33- Ok! The damned spirit crosses the portal and invokes the Guardian: Awake! Awake! Oh guardian, my Lord! Awake from sleeping, accept you son Command the wind, call up the spirits The war begins, the chosen one will win The guardian awakes and announces: I know the mysteries of death I rule the wind I write the destiny I know your death I cast the spell… I win the war, I’m immortal The sound of drums is the sign At war, at war! Oh Evil spirit Spread darkness The pall of death… The final time!!! FLAMMAM AETERNE 6'33 - 7'12 - Ok! Fulfilled their mission, the damn comes back to the flames, and proclaims: I return to the flames to infinite destiny Eternal grave, I cry the death I twisted the sorrow, the shield of evil!!! The eternal fire flames forever A sea of sorrows, death after all!!! I return to the flames to infinite destiny Eternal grave, I cry the death I twisted the sorrow, the shield of evil!!! The eternal fire flames forever A sea of sorrows, death after all!!! salis, mercurii, sulphure LIBER VI PRELUDE 7'12 - 7'43 (declamação do BRUXXO) I am all that you are and more Who has no nature, has no name I still remain when all is going I am the secret, the hidden and the center Distant, but not alone I am the holder of the scepter of fire Upon me, you can call In me, the secret, the hidden and the center Through me, the onyx tomb THE BEAST 8'09 - 9'14 Rising to the first step, the Beast exclaims The flames burning on eternity The dead and dusty past Glad bleed alone Born from chaos, brother and sister When evil grows The empire will rise There’s no mercy for the weak Take vengeance upon the enemies Taken in their totality The abysmal depths of blackness The agonies of conscious failure In the blackest abyss of despair The air is full of cries and supplications In splendid cruelty Locked up all doors THE HERMIT 9'14 - 12'45 The Hermit, rising to the second step, announces When the day was distinct in the sky And the dawn had broken Days of vague melancholy Days that were brief and shadowed Orgy in the twilight A face as pale as wax Lust of conquest Buried hopes rose from their sepulchers (Solo) 10’38 – 11’ 45 Come into a hysterical delight Dark with unutterable sorrows Satan oozed from the forest Warm and wet Virgo Those men speak of Thee as anyone But killing her is better than anything THE MAN OF THE EARTH 12'45 - 15'15 The Man of the Earth, rising to the third step, screams We’ll set altars on fire We’ll rape the belts of false chastity We’ll profane all the books Glory to the conspirators! Death to the generals! We’ll renounce all the servitude We’ll renounce all the crosses We’ll build our land To the axes all those who use them With our blades we´ll cut throats With the wisdom of our ancestors We’ll build strong walls We’ll build our own rules Do what thou wilt shall be the whole of the Law True Will To the ashes of fake gods you all Because the alive gods will celebrate this day HIDDEN LYRIC O Peregrino 15'15 - 16'10 Diga peregrino Que procurastes nos templos? Quais rituais, seitas? ídolos pagãos? Ou apenas perambula sem destino Círculos esquecidos, segredos ocultos? Diga peregrino, Quanta magia e qual encantamento É capaz de descerrar o véu E revelar as cicatrizes das almas? Quais estigmas escondem os espíritos? È possível controlar a mão, a espada? Transformar o chumbo em ouro? Ou isto é apenas uma lenda Encerrada no coração dos tolos? LIBER CXI THE WICKED 16'55 - 19'58 (declamação do BRUXXO) The dogs bark while the retinue of the black metal knights rides across the gloomy plains of the earthly hell… From a distance one can see the Dark Lord in command of the troops The wind sweeps the old dusty plain The fluttering black flag does not deny his supreme power Gloomy and solitary, smiling at his destiny Aridity of heart, reflective with distant eyes This vision can freeze men's mind Down there is the last inhabitant of fraternal chain Master of the desolation in the temple That still carries the sacred word Galloping on, to the immensity of time The final lies comes close, but there is no absolute truth Heaven and hell, soon will be together He’ll take his vengeance, all in the Prince's name and eternal lands The knight will rage to take back his property Come, come, come Take part in this memorable vision The sound ends in a strange silence O DESPERTAR DE UM PERVERSO E VELHO ESPÍRITO – UMA TRILOGIA LIBER XXXVI O COMEÇO O espírito do mal atravessa o inferno para cumprir sua missão: As chamas queimam Enquanto eu cruzo uma infinidade de fogo Sussurros e tristezas da dor são ouvidos Há terrores pior do que a morte Cegos, olhos torcidos Destrói desejos esquecidos Espalha dor e tristeza Rasga as almas além Desperta sensações malignas Oxida o núcleo do ser Enquanto eu cruzo uma infinidade de fogo flammam aeterne Maldição da alma A morte célebre Eu fecho meus olhos... de sangue! O DESPERTAR O maldito espírito atravessa os umbrais e invoca o Guardião: Desperta! Desperta! Ó guardião, meu senhor... Desperta do sono, aceita teu filho... Comanda o vento, chama os espíritos! A guerra começa, o escolhido vencerá! O guardião desperta e anuncia: Eu conheço os mistérios da morte Eu domino o vento, eu escrevo o destino. Conheço tua morte Eu giro a roda Eu venço a guerra, eu sou imortal. O som dos tambores é o sinal À guerra, à guerra. Ó espírito do mal Espalhe a escuridão A mortalha da morte O juízo final... CHAMAS ETERNAS Cumprida sua missão, o maldito volta às chamas, e proclama: Volto às chamas Para o infinito destino Eterna sepultura Eu choro a morte Torci a tristeza O escudo do mal! O fogo eterno Chamas para sempre Um mar de tristezas Morte afinal! Volto às chamas Para o infinito destino Eterna sepultura Eu choro a morte Torci a tristeza O escudo do mal! O fogo eterno Chamas para sempre Um mar de tristezas Morte afinal! Salis, Mercurii sulphure LIBER VI PRELÚDIO Eu sou tudo o que você é e mais Quem não tem natureza, não tem nome Eu ainda permaneço quando tudo está indo Eu sou o segredo, o oculto e o centro Distante, mas não sozinho Eu sou o titular do cetro do fogo A mim, você pode invocar Em mim, o segredo, o oculto e o centro Através de mim, o túmulo de ônix A BESTA Subindo no primeiro degrau, a Besta exclama As chamas queimando na eternidade No passado morto e empoeirado Fica feliz em sangrar sozinho Nascido a partir do caos, irmão e irmã Quando o mal cresce O império vai subir Não há misericórdia para os fracos Tome vingança contra os inimigos Tomadas em sua totalidade Nas profundezas abissais da negritude As agonias da falha consciente No abismo negro de desespero O ar está cheio de gritos e súplicas Em esplêndida crueldade Trancada todas as portas O EREMITA Subindo no segundo degrau, O Eremita anuncia Quando o dia estava diferente no céu E o amanhecer foi interrompido Dias de melancolia vaga Dias que foram breves e nublados Orgias no crepúsculo Um rosto tão pálido como cera Luxúria da conquista Esperanças enterradas se levantaram de seus túmulos Caindo em um deleite histérico Escuro com dores indizíveis Satanás escorria por entre a floresta Quente e úmida Virgem Aqueles homens falem de Ti como qualquer uma Mas matá-la é melhor do que todas as coisas O HOMEM DA TERRA O Homem da Terra, subindo para a terceiro degrau, grita Vamos por altares em chamas Vamos estuprar os cintos de falsa castidade Nós vamos profanar todos os livros Glória aos conspiradores! Morte aos generais! Nós vamos renunciar a toda a servidão Vamos renunciar a todas as cruzes Nós construiremos a nossa terra Para o machado aqueles que dele fazem uso Com as nossas lâminas vamos cortar gargantas Com a sabedoria de nossos ancestrais Nós vamos construir muros fortes Vamos construir nossas próprias regras Faze o que tu queres há de ser o todo da Lei Verdadeira Vontade Para as cinzas dos falsos deuses todos Visto que os deuses vivos vão comemorar este dia LIBER CXI O ÍMPIO Os cães ladram enquanto a comitiva dos Cavaleiros do Black Metal passa através das planícies sombrias do inferno terrestre... De longe se pode ver o Lorde das Trevas no comando das tropas O vento varre a planície velha empoeirada A bandeira negra vibra não nega o seu poder supremo Sombrio e solitário, sorrindo para o seu destino Aridez de coração, reflexivo com os olhos distantes Esta visão pode congelar a mente dos homens Lá em baixo é o último habitante de cadeia fraterna Mestre da desolação no templo Que ainda carrega a palavra sagrada Galopando em diante, para a imensidão do tempo As mentiras finais se aproximam, mas não existe uma verdade absoluta O céu e o inferno, em breve estarão juntos Ele vai tomar a sua vingança, tudo em nome do príncipe e terras eternas O cavaleiro irá assolar para ter de volta sua propriedade Venha, venha, venha Faça parte dessa visão memorável O som acaba em um estranho silêncio

credits

released December 20, 2014

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all rights reserved

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about

Vulcano Santos, Brazil

Line-Up:

Zhema Rodero — guitar (since 1981)

Luiz Carlos — vocals (1997-1999, since 2010)

Diaz— bass (2007-2013,
since 2016)

Gerson Fajardo - guitar (since 2015)

Bruno - Drums (since 2019)
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